casa da lulu: janeiro 2006

terça-feira, janeiro 31, 2006

drama, drama, drama fui na alpino e antes de continuar a contar preciso explicar. a alpino é uma loja de produtos pra cabeleireiro. tem de tudo: muitos xampus, vários condicionadores, cremitchos mil, umas coisas que sempre me pergunto pra que servem, e toda aquela multidão de pentes, escovas, secadores, brown, chapinha (essa parte eu acho sem graça. mas só porque não uso). e só tinha dessas lojas em nova iguaçu, cidade aqui do lado. em dez minutos, pronto: já estou eu em n. i. o que sempre foi ótimo, tenho preguiça de sair de casa só pra isso.
então, (re)começando, fui na alpino. porque agora tem uma aqui pertinho de casa. dá pra ir a pé: três minutos e pronto, tô lá dentro. e sempre fico muitos dinheiros mais pobre. como hoje, condicionador pra mim, creme pra hidratação pra minha irmã e umas coisinhas a mais. dá pra ir a pé (alguém sabe se tem acento grave -- crase?) mas eu fui de carro. de lá ia rumar pro escritório, horário apertado e tal.
o carro estava numa dessas vagas de rua, pertinho da loja. quer dizer, eu achava que estava lá, né?
mas cadê o bendito?
o coração começou a bater na boca, as pernas foram tremendo, e eu já estava quase gritando socorro, meu carro sumiu. ou coisa pior, políiiiicia, roubaram meu carro!. respira fundo, lu, respira, respira. fundo. vamos recapitular: estacionei e dava pra ver a loja. saí, tranquei a porta e fui até lá. e voltei andando de lá. mas daqui pra frente é um mar de gol, fiesta, ômega. e tudo escuro. cade a porra do carro branco, saco?
até que me veio uma luz.
e resolvi olhar pra trás.
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eu já estava quatro carros adiante do meu.
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minha patetice não tem limites jamais.

minha vida é reclamar

de tudo: se está sol, reclamo do calor; se não está sol, é do mormaço que vou reclamar. agora está chovendo. pra não perder a prática, reclamo também. é tudo nesse terra é muito. muito calor, um mormaço insuportável, chuva que não acaba mais.
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é favor os daí de cima serem moderados. isso é uma virtude, visse?
o computador às vezes dá pití. e é sempre comigo, óbvio.
aqui tem barra de ferramenta do google e uma outra que nem sei o nome, tampouco faço idéia de quem tenha instalado. e agora láaa embaixo tem um escudo vermelho com um xis no meio, alertas de segurança do windows. só descobri isso porque janela pop-up não abre. nenhuma. nunca. nem a janela do andamento do trf. liguei pro meu irmão: como destrava esse trem? não sei. consegui fazer abrir a janela do tal alerta de segurança do windows. e desabilitei a função de bolquear pop-ups.

o computador não apenas dá pití como também está em motim. se recusa a exibir a janela. e eu preciso ver o andamento. mas que porra, tô vendo que vou ter que ir até a federal tirar boleta. mais de hora pra fazer só isso, grrr.
já levei minha vó ao médico, já tentei ir ao médico na cidade vizinha (mas sou monga, a consulta foi ontem. anotei errado na agenda, pfff), acabando de ver andamentos, daqui a pouco tem cliente pra tender, fórum, coisinhas miúdas e chatas pra resolver, aula na faculdade.
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a semana interia vai ser assim.
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chega logo sábado. estou com saudade.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

recebi um e-mail com links pra ouvir pontos de macumba. mas era só o que me faltava, tsc.
+
agoro passo as tardes todas macumbando e a concentração vai pro saco :D
cansaço. calor. suor.

domingo, janeiro 29, 2006

vi ontem a notícia da nenem que foi achada dentro um saco de lixo jogada na lagoa da pampulha . fiquei estática de tão chocada.

na buena, a mãe, que já foi presa, merecia ser apedrejada em praça pública. até a morte, é óbvio.

o melhor do melhor do domingo

é jogar conversa fora com quem se ama ;)

algumas coisas se aprendem na marra

trocar botijão de gás, por exemplo. hoje.

sábado, janeiro 28, 2006

tenho dois cadernos de receitas lotados. é, daqueles de papel, com letra caprichada e fotos de delícias aqui e acolá, que levam mais de ano pra terem todas as páginas preenchidas, já que só entra lá o que realmente vale a pena.

ontem comprei mais um :)

atualizado: a primeira receita do mais novo caderno. dela, claro. copiada com a caneta favorita.




eu tento. tento mesmo, com afinco

além do pão-nosso-de-cada-dia (quarteto protetor solar-hidratante-perfume-desodorante) usar um pouco de maquiagem. um batonzinho aqui, talvez um sombra só de leve -- se tiver algum compromisso importante -- ou então uma máscara pra cílios incolor.
e sempre me arrependo quando tento sair do trivial (o tar do pão-nosso): o calor me enlouquece e sempre tenho a sensação que tudo está derretendo (inclusive moi). o que era pra me deixar mais confortável e teoricamente mais segura, e todo esse papo de alto-estima etc., me deixa histérica. será que estou com cara de palhaça, com tudo borrado? ou, pior ainda, com cara de puta que acabou de sair da zona*?
essa semana fiz uma última experiência. e foi o erro. cheguei em casa na hora do almoço com tudo grudado, de tanto suor (que todo mundo aqui trabalha perto de casa e vem almoçar). parecia que havia pego chuva por horas e horas, mas foi só o sol. tá, a maquiagem não derreteu (nem podia, custa zilhões cada bregueináite daqueles) mas estava parecendo uma palhaça: maquiada e toda molhada de suor. que eca. só pelo suor já é uma eca. mais a maquiagem é uma eca ao cubo.
e não venham me dar beijinho se me encontrarem na rua num dia quente. tenho nojinho de mim-comigo-mesma. receber beijinho de gente suada neeeeem pensar. é nojo, muito nojo, com direito a engulhos e tudo. me faço de desentendida ou então digo não, querido(a), to tão suada... e me esquivo mesmo.
isso de não dar beijinhos suado deveria ser uma regra de etiqueta. como não arrotar à mesa.

* agora mesmo é que esses tarados via gúgol vão cair aqui de pára-quedas
ah, sim. esqueci de dizer o óbvio. no dia que for à europa vou precisar ficar uns dez anos por lá. que acabei de incluir a toscana no roteiro. blablablá.
e voilà. comentador nessa casa novamente. divirtam-se.
peguei sob o sol da toscana na hbo já andando. mas devia estar bem no comecinho, já que deu pra acompanhar tudo. tá, o filme é mulherzinha, sim. e eu adorei hohoho. perfeito pra uma tarde esquisita de sábado, com sol e calor e depois temporal.
se vocês soubessesm o tantão de tempo que fico conectada durante a semana e o tantinho de vontade que tenho tido de escrever aqui...

sexta-feira, janeiro 27, 2006

eu não sei como vai ser

no dia que eu casar, for morar junto, ou qualquer coisa assim. que compras de mercado, nhé. mas alguém tem que fazê-las. hoje fui escalada pra ir com mamãe. e é humanamente impossível fazer compras sozinha.

eu não tenho estrutura físico-psicológica pra isso.

(e chooooove :D )
as pessoas apagam posts, né? entrei em uns dois ou três blogs esses dias que, ué, tinha mais um post aqui...

(às vezes também faço isso...)
isso tudo deve ser saudade *suspiro*
hoje senti toda a fome do universo. passou pela cabeça que poderia ser tepeême. depois pensei que isso era impossível, completamente fora de época.

lanchinho. e a fome continuava lá, intacta. janta, então, na casa da amiga que tem mãe quituteira. hummm... não zerou a fome, não. mas agora está em níveis toleráveis.

por que eu sou assim, ó céus, por quê?

queria ficar satisfeita com um prato de salada verde.

e só.


quinta-feira, janeiro 26, 2006

o melhor da semana

é encontrar três amigas queridas num único dia :D
como é clichê escrever sobre o tempo, tsc.
ontem de noite armou temporal, raios e relâmpagos. e começou a chover. dois dias de alívio, pensei.

como sou tola. hoje, o céu nunca foi tão azul.

quarta-feira, janeiro 25, 2006

me sinto meio no mundo da lua

porque não vejo tevê. nem bbb. nem nada dessas coisas. não tenho a pacença necessária. que você precisa estar no espírito de ser enganda e anestesiada ao mesmo tempo. não vou nem chegar no extremo de dizer que tevê emburrece que a minha irmã adora ver tevê e sempre diz ah, tevê não tem só porcaria. tem programas educativos também. que eu nunca a vejo assistindo. mas enfim. não consigo ficar uma hora na frente da tevê e não acontecer na-da. oito meses de novela? pffff, piada.
gosto de ver filmes, em duas/três horas você ama e odeia os personagens, sofre, grita, fica feliz e triste, chora e pronto. resolveu a vida de todo mundo.
mas é que as pessoas sempre perguntam viu isso assim-assim ontem? e eu lá, com cara de concha, vi não, fulana. não gosto de tevê. aí me olham meio enviesado, pensando essa menina deve de ser normal não... :/

bingo, isso mesmo. sou normal não. há uns trinta anos mais ou menos.
tenho uma preguiça natural do tamanho do mundo. e cresce na mesma proporção do calor.
api desanimo de fazer muitas coisas. só de pensar em sair de casa... ah, agora não. mais tarde talvez. claro que não posso fugir do trabalho nem da faculdade. aí encaro o sol, sempre emplastrada de protetor, e vou em frente. mas ler e estudar só no ar condicionado. e aqui em casa isso só rola depois das dez da noite ou vamos todos à falência com a conta de luz.
o mais incrível é que mesmo suando em bicas tenho mantido o bom humor. estou assim de queixo caído com isso, que normalmente muito calor é sinônimo de mau humor pra mim.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

como diz a marina, cheguei, baixei, saravei.
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indo pra saquarema, lembrei da giorgia. ela sempre me diz pra tomar cuidado com o que escrevo no blog porque não sabemos quem passa por aqui, tem sempre muita energia misturada. e ela está certíssima! foram tantos os contra-tempos pra chegar na praia que quase desisti e por muito pouco não voltei do meio do caminho. a partir de agora só conto que fui quando estiver de volta. só pra garantir.
+
se é verdade que tive contra-tempo pra chegar lá, eles acabaram por aí. foram dias lindos, perfeitos, com água de côco, balanço de rede, vendo as ondas do mar e o verde da lagoa. depois de muito tempo (alguns anos mesmo) tomei coragem e fui andar de bicilceta! fiquei de bunda doída no dia seguinte mas foi uma delícia! minha irmã ria horrores porque eu estava com medo de cair e me ralar inteira. aí chamava por ela, onde você está, menina?, e ouvia a risada dela, de cima da outra bicicleta, logo atrás de você, lu.
+
a pimpim descobriu as delícias de se balançar na rede e de andar de bicicleta! a bicicleta da minha irmã tem uma cestinha grandinha, colocada especialmente pra baixinha (a pimpim) poder passear. no início ela não queria ficar na cestinha, estava com medo. um trabalhão pra conseguir passear com ela. mas a baixinha adora vento. e bate vento nela quando pesseia na cestinha! e depois não podia ver alguém pegando a bicicleta que pulava pedindo pra ir junto e pegar vento fuça à dentro.
+
e está de bom tamanho esse tanto de diarices.*

* diarices = renata :D

quarta-feira, janeiro 18, 2006

me deu uma saudade de andar naquelas ruazinhas da liberdade, bisbilhotando todas aquelas lojas com coisinhas lindas-lindas que sempre fico ensandecida de vontade de comprar e com medo de comer aqueles doces japoneses malucos*, tsc.

lembro de uma vez que fui numa bakery -- é assim bakery tralalá, esqueci o nome. mas bakery. ali na rua dos estudantes, pertinho do metrô. então fui na tar da bakery e comprei uns pãezinhos divinos e um doce. era sábado de tarde e sentei na pracinha pra comer o doce. dei uma mordida e levantei correndo pra cuspir na lata de lixo mais próxima: era doce de feijão preto. que eca. só de lembrar me embrulha o estômago. mas é claro que eu não perguntei do que era o doce. sou tonta demais pra isso. me apreceu apetitoso, eu comprei e experimentei. me lasquei.
meus (poucos) neurônios se recusam a funcionar com essa temperatura.

a boa notícia é que amanhã vou pra praia e volto segunda.

a má notícia (já que murphy é filho de uma boa de uma puta) é que fiz depilação à laser hoje. modos que nada de sol.

tá valendo assim mesmo.

desopilar, a missão.

terça-feira, janeiro 17, 2006

não perca a fé

esse deveria ser o meu lema. porque a tpm um dia passa, tem que passar, ora. por isso fiquei sem escrever aqui: estava tão amarga, tão irritada, tão fora de mim e outras coisas tão tão que não me agüentava mais.

nesse meio tempo fiz algumas coisas indignas o suficiente pra me fazerem querer colocar um saco de amendoim na cabeça. como escrever os e-mails mais sem noção do universo pro e. se ele virar pra mim e lu, não dá mais. tô jogando a tolha, nem precisa de maiores explicações. que não sei se eu no lugar dele teria pacença comigo.

e além da tpm ainda precisei ir ao médico e fazer um exame chato. não confundir com grave: cha-to.


no meio disso tudo estou respirando fundo pra ler meu primeiro foucault :) tenho achado esses dias compridos demais. pego um livro pra ler e leio, leio, leio. só duas horas se passaram. acho que estou precisando mesmo ser anestesiada pela tevê. doze horas passam e ninguém se dá conta. ah, a ansiedade.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

como eu estou cansada desse azedume (e lembrei que estou de tepeême, que a médica mudou os remédios e fudeu tudo de vez), vamos socializar o calendário dos blocos cariocas no carnaval e matar o povo de inveja. e não acredito nisso de inveja branca, não. inveja é inveja. morram ou venham pra cá :D


Sábado 11/02

Nem Muda Nem Sai de Cima
Formado por freqüentadores do Bar Dona Maria, entre eles Aldir Blanc..
Bar da Dona Maria - Rua Garibaldi, 13 - Muda - 17 horas

Imprensa que eu gamo
Bloco formado por jornalistas.
Mercadinho S. José - R. das Laranjeiras - 15 horas

Banda de Ipanema (1º desfile)
Fundado por Albino Pinheiro, o bloco que sai em Ipanema, hoje é paraíso de homossexuais e simpatizantes.
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema - 16 horas


Sexta 17/02

Cordão da Bola Preta
O tradicional bloco do Rio desfila pela Avenida Rio Branco.
Praça Mauá - 16 horas


Sábado 18/02

Simpatia é Quase Amor (1º desfile)
O Simpatia é Quase Amor está fazendo 22 anos neste carnaval.
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema - 15 horas

Gigantes da Lira
É um dos poucos blocos de marchinhas de carnaval e saiu pela primeira vez em 1999 pelas ruas de Laranjeiras.
R. General Glicério - Laranjeiras - 15 horas


Domingo 19/02

Suvaco do Cristo
Ganhou este nome por sua concentração estar localizada debaixo do Cristo Redentor. A turma do Suvaco, cansada da invasão de pitboys, costuma esconder a hora do desfile. É bom ficar atento para alterações no horário.
Bar Jóia - R. Jardim Botãnico com Faro - Jardim Botânico

Banda Boka de Espuma
Há 21 anos desfila pelas ruas de Botafogo. Este bloco dá direito a churrasco e pagode antes do desfile. Entre os presentes, o padrinho da Banda Dominguinho do Estácio.
Concentração ruas Marques de Olinda e Bambina - Botafogo- 16 horas


Quarta-feira 22/02

Discípulos de Oswaldo
Bloco formado por funcionários da Fundação Oswaldo Cruz.
Bar do Chico (Rua Castro Tavares, 185 - Manguinhos) - 18 horas


Quinta-feira 23/02

Escravos da Mauá
Em plena Praça Mauá, reduto da boêmia, brancos de classe média invadiram o Largo da Prainha para cantar e reverenciar o mais autêntico samba. É o Escravos da Mauá, que só sai uma vez no carnaval, mas se reúne o ano inteiro para animadas rodas de samba.
Lgo.de S.Francisco da Prainha c/ Sacadura Cabral- Centro -18 horas

Sexta-feira 24/02

Carmelitas
Um bloco irreverente que desfila pelas Ladeiras de Santa Teresa desde 1991. Assim é o Carmelitas que nasceu fazendo alusão ao Convento de Carmelitas
instalado no bairro. Diz a lenda que a primeira saída do bloco contou com a presença de uma Carmelita, que teria fugido do convento para brincar o Carnaval. O que chama a atenção é a grande quantidade de foliões que usam o véu da ordem religiosa, subindo e descendo as ladeiras de um dos bairros mais charmosos do Rio.
Rua Dias de Barros com Ladeira de Sta. Teresa - Sta. Teresa - 18 horas

Concentra, mas não sai
Como o próprio nome diz este bloco não desfila. Sambistas de várias gerações se apresentam num palco.
Restaurante Severina - Rua Ipiranga, 54 - Laranjeiras -18 horas

Amigos do Far Up
O bloco sai pela primeira vez, sendo formado por freqüentadores da casa noturna Far Up. O repertório terá samba-pop com arranjos especiais da Bateria do Mestre Faísca.
Cobal do Humaitá - Entrada pelo estacionamento da Rua São Clemente - 20h


Sábado de carnaval 25/02

Cordão da Bola Preta
O Cordão da Bola Preta saiu pela primeira vez em 1918. Último remanescente dos cordões carnavalescos que existiam no Rio de Janeiro, sai pelas ruas do centro puxado por uma banda, com instrumentos de sopro e um repertório delicioso de sambas e marchinhas de carnaval. Agora, um detalhe: é preciso acordar cedo para desfilar.
Cinelândia ao lado Teatro Municipal - Centro - 10 horas - Desfila pela Rua Araújo Porto Alegre, Avenida Presidente Antônio Carlos, Rua Primeiro de Março, Candelária, Avenida Rio Branco e retorna à Cinelândia.

Céu na Terra
A banda que desfila acusticamente pelas ruas de Santa Teresa é formada de sopros diversos, trompetes, trombones, saxes e tuba. Na percussão, surdos, caixas, agogôs, ganzás, e muito mais. Acordeons e cavaquinhos dão um toque especial ao bloco. O aspecto visual não fica atrás: todos os foliões saem fantasiados, além de contar com a presença de bonecos gigantes, estandarte, pernas de pau e outros adereços afins. Largo do Curvelo ao Largo das Neves
15 horas

Dois Pra lá dois Pra Cá
Fundado e mantido pelo dançarino Carlinhos de Jesus. Além de samba no pé, os integrantes evoluem como nos bailes de dança de salão.
Rua Álvaro Ramos, 11 - Botafogo - 14 horas

Barbas
Fundado por Nelsinho Rodrigues Filho, comemora 22 anos este carnaval. O interessante é que o bloco sai com dois sambas e os foliões são molhados por um caminhão pipa.
Rua Assis Bueno com Arnaldo Quintela - Botafogo - 15 horas

Banda de Ipanema (2º desfile)
Pça Gal. Osório com R.Teixeira de Mello - Ipanema - 16 horas

Rola Preguiçosa
Av. Epitácio Pessoa com Maria Quiteria - Lagoa -18 horas


Domingo de carnaval 26/02

Que Merda é Essa?
Dizem que ganhou esse nome porque, ao desfilar pela primeira vez, quem estava no Simpatia teria perguntado que bloco era esse que vinha na contramão.
R. Garcia d'Ávila com Barão de Jaguaribe - Ipanema - 15 horas

Simpatia É Quase Amor (2º Desfile)

Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema - 15 horas

Cordão do Boitatá
A banda sai no chão ao lado dos foliões, com jovens músicos de samba e chorinho Toca marchinhas, maxixes e frevos ao som de uma orquestra de saxes, flautins e trombones. É recomendável checar o local de saída, pois às vezes muda em cima da hora.
Rua do Mercado e término na Praça Tiradentes - A princípio sai às 10 horas, mas é recomendável checar o horário.

Quem Num Güenta Bebe Água
É o segundo desfile do bloco formado por pessoas do bem, muitos são parentes entre si, outros com laços de amizade de mais de 20 anos, o bloco já nasceu com uma identidade e com cara de gente grande. É liderado pelo jornalista Baffinha.
Adega do Juca - Rua Gago Coutinho, 37 - Largo do Machado - 14 horas


Segunda-feira de carnaval 27/02

Bloco da Ansiedade
É um bloco de frevos que faz lembrar Olinda. É um pouquinho de Pernambuco na Cidade Maravilhosa. Faz o mesmo trajeto do Imprensa que eu gamo.
Mercadinho São José - Laranjeiras - 15 horas

Céu na Terra - (2º desfile)
Largo do Curvelo ao Largo das Neves - 15 horas

Volta, Alice
O enredo do para o carnaval de 2006 "Mário e Alice nas terras de Olinda" contará a inusitada história de amor de Mário e Alice, na cidade que é Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade e terra dos índios Caetés e do frevo.
Bar do Serafim - Início da Rua Alice - 15 horas

Bloco de Segunda
O Bloco de Segunda é formado ativistas de esquerda.
Cobal do Humaitá (Rua Marques) - 17 horas

Rancho Flor do Sereno
Com o objetivo de resgatar os valores culturais das antigas agremiações carnavalescas do passado, o Rancho Carnavalesco Flor do Sereno tem como mentor o compositor Elton Medeiros. Seu objetivo é reviver a tradição dos Ranchos do início do século e resgatar o repertório dos antigos carnavais
Rua. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana - 19 horas (ao lado do Bip Bip)


Terça-feira de carnaval 28/02

Cordão da Bola Preta (3º desfile)
Desfila pela primeira vez nesta data. A concentração acontece na Candelária e vai até a Cinelândia.
Candelária - 17 horas

Meu Bem Volto Já
O argentino mais carnavalesco do Brasil, Jorgito Sapia, comanda o bloco que desfila no bairro do Leme. A bateria é o ponto forte.
Av. Atlântica - ao lado do Hotel Meridien - 18 horas

Banda de Ipanema (3º desfile)
Pça Gal. Osório com r. Teixeira de Mello - Ipanema - às 16 horas

Vem nim Mim que eu Sou Facinha
Casa da Feijoada - R. Prudente de Moraes, 10, Esquina da Pça. Gal. Osório, Ipanema -17 horas

Carmelitas (2º desfile)
Largo dos Guimarães - Sta. Teresa - 17 horas

Bloco do Prancha
Este bloco leva o apelido do gerente do botequim onde concentra. É formado pelos viúvos do Bip Bip, que não desfila mais. Não tem diretoria, nem bateria. O pessoal vai chegando com seus instrumentos e sai cantando sem carro de som.
Bar Ellas - R. Alte. Gonçalves, 50 - Copacabana - 24 horas

Se Melhorar, Afunda
Fundado em 2005, é o primeiro bloco intermunicipal do carnaval. Concentra em Niterói e vem de barca até o Rio onde percorre as ruas do Centro Antigo. Possui uma orquestra acústica de 30 músicos profissionais e amadores que toca marchinhas, frevos, maxixes e lundus, mesclados à músicas contemporâneas com roupagem carnavalesca.
Praça São Domingos - Niterói - (a tarde)


Quarta-feira 01/03

Bloco Virtual
Um bloco onde os participantes interferem na sua formatação: sugerindo e escolhendo temas, cores, estandarte, músicas, coreografias, data de saída, itinerário, etc.
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema -17 horas


Quinta-feira 02/03

Bloco Voltar pra que?
Sai no centro da cidade para espanto de quem insiste em trabalhar.
Bar Carlitos - R. Álvaro Alvim - Cinelândia - 20 horas


Sábado 04/03

Bafafá
É homônimo do jornal. É formado por jornalistas, publicitários, professores e amantes da boa música. Este será o 4º carnaval do bloco e terá convidados especiais cantando sambas, frevos e marchinhas, acompanhados por músicos do Cordão da Bola Preta. Nos intervalos, o excelente DJ Franz comanda as carrapetas. Este ano, haverá uma surpresa para os presentes. Detalhe: o bloco não desfila.
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema - 17 horas


Domingo 05/03

Bloco Barangal
Formado por professores universitários e profissionais liberais, o Barangal desfila pela quarta vez. Surgiu no Posto 9 e apesar do nome, garante que mulher bonita tem vez. Sai pela Av. Vieira Souto.
Posto Nove - Av. Vieira Souto - Ipanema - 16 horas

Monobloco
Com formação de escola de samba, o grupo carnavalesco - criado há quatro anos pelo músico Pedro Luís - mistura samba, coco, funk e charm. Sai com uma bateria de 150 componentes.
Final da praia do Leblon -17 horas
fui deitar meia noite e dormi bem e muito e acordei ainda estava noite. duas da manhã. daí pra diante foi um horror. sonhos esquisitos, com violência, muita gente morrendo, guerrilha urbana. só o que queria era uma noite negra, dessas sem sonhos, que você bate na cama e tchuns, quando menos espera: sete da manhã. das vezes que consegui dormir, os sonhos continuaram: magia. um bebê ficava machucado. não entendi qual é a do bebê. acho que no sonho era meu afilhado, não sei. eu era louca por ele e chorava até quase sufocar por ele ter quebrado a perna. nos entremeios pensava no texto de antropologia que preciso reler; no de geohistória, que esqueci de tirar cópia e é pra hoje; no e., que escafedeu-se; nas contas e nos poucos dinheiros; quando levantei, porque eu me recuso a passar a noite em claro mesmo, sabe?, de pegar um livro pra ler, ir ver tevê, sentar no computador. tudo isso me desperta de vez e nunca mais na vida consigo dormir. então que quando finalmente me levantei de manhã o lençol (de elástico) havia saído da cama (queen).

aviso (warning, warning -- piscantes, como nos filmes): estou a-ze-da.

terça-feira, janeiro 10, 2006

vergonha

ando mais viciada que de costume, pensando em posts em todos os momentos e lugares: dirigindo, almoçando, trabalhando, assistindo aula.
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depois de três t-r-ê-s longuíssimos meses, voltei. pensei até que fosse errar o caminho. senti um frio na barriga (mas será que mudaram o horário?) e fui em frente. tudo lá, igualzinho. e então voltei a nadar :)
porque essa casa serve pra contar vergonhas também. ou você tá pensando que só de glórias se faz uma vida?
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aulas no verão, né? nhé.
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ontem acordei feliz, fez um dia divino. e hoje não vai ser diferente. finalmente é verão nessa terra!


na grama. gragoatá. 09/01/06.



alguém sabe o nome desse pássaro? que dificuldade conseguir fotografá-lo! e a foto nem ficou boa, tsc.


jardim.

sol, sol, sol. e céu sem nuvens. (vista do gragoatá).

domingo, janeiro 08, 2006

se tem uma coisa que me deixa murcha, mas murcha-murchinha mesmo, é entrar no iarrú não ter zimêio me esperando. humpf.
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deve ser porque o dia está bonito, talvez por finalmente ter conseguido dormir bem depois de (tentar) conversar um pouco com meus santinhos. não sei. o fato é o texto pra aula de amanhã já está devidamente lido e entendido. coisa rara. normalmente leio geertz e entendo picas. pode ser também que eu pense ter entendido e tenha só dado um nó nas idéias.

falando assim, dá uma falsa impressão que geertz é um autor chato e enfadonho. nada disso. é maravilhoso. mas a tradução de a interpretação das culturas é de lascar. se fosse ruim, dava pra aturar. mas é péssima mesmo. já em o saber local a tradução é bem razoável. embora há quem diga que em português local knowledge deveria ser conhecimento local, já que knowledge é conhecimento e, não, saber. sem entrar no mérito da coisa, dessa discussão filosófica de melhor tradução, aos meus ouvidos inguinorantes soa estranho falar em conhecimento local. ouquei, entendo a crítica: geertz se baseia em hermenêutica -- daí conhecimento construído a partir da compreensão. mas hoje é domingo, né? modos que.

sábado, janeiro 07, 2006

sinto que o ciclo ainda não se fechou. claro que teve o ano novo, mas não significou o início de uma nova etapa. talvez o tempo cíclico dos astecas faça mais sentido que o nosso, linear e inexorável. tem umas horas que me dá um aperto no peito de pensar no futuro; e um frio na espinha... que às vezes queria poder controlá-lo (acho que todo mundo já quis isso em algum momento). às vezes, não: quero que ele me leve sem rumo, selvagem. penso em umas loucuras mas loucura$ cu$tam caro. então fico nessa vidinha assim-assim. não consigo juntar dinheiro, não importa o e quanto de dinheiro eu ganhe.
o fato é que quanto mais eu quero que o tempo passe rápido mais ele se arrasta. claro que o tempo continua a ser contado da mesmíssima maneira. é a minha expectativa que muda minha forma de percepção. e isso é muita filosofia pra pouca lulu. que nada aqui tá fazendo sentido, sabe? sou tão tipicamente produto dessa sociedade que me dá engulhos. sempre bipolarizando tudo: completude e vazio; felicidade e tristeza; rápidez e lerdeza; ansiedade e calma. e nem assim esse sistema maledeto me quer!
pra continuar bem coerente [COF] um amigo me chamou pra desfilar no carnaval. é, em escola de samba. eu me empolguei. agora estou pensando que não é isso que eu quero. quero sossego, praia, sol, água de côco. devo ter tudo isso, com exceção do sessego. onde já se viu ir pra praia no carnaval e ter sossego? e então que se não desfilar vou acabar me arrependendo. e se desfilar vai ser um transtorno também. não o desfile em si, mas chegar até a sapucaí; e não ter com quem deixar minha bolsa e minhas coisas. que não tô nem um pouco a fim de comprar ingresso, não posso gastar dinheiros com mais nada. janeiro sempre me arrebenta, além das contas de todo mês ainda tem anuidade da ordem e trocentos impostos pra pagar, valha-me. indecisão. saco.
talvez devesse fazer como a renata e colocar um livro de visitas aqui. mas simplesmente não estou a fim de ter trabalho. também queria mudar o template. não encontrei nada de bom nos modelões do blogger. e pagar um por um leiauti é completamente fora de cogitação. modos que essa casa vai seguir do jeito que está.
(isso é um não-post, tsc)
era suposto d'eu estar trabalhando, mas trabalhando muito mesmo. afinal, há prazos para segunda. e textos da faculdade. a internet é uma bênção e uma maldição, fico ziguezagueando de lá pra cá e daqui pra lugar nenhum por horas. e as músicas ficam rodando na minha cabeça, tendendo ao infinito. aí me rendo. vou na rádio terra e pronto; ouço todas as versões disponíveis muitas vezes. um pouco de paz, enfim.


vai minha tristeza e diz a ela que sem ela
não pode ser, diz-lhe numa prece
que ela regresse, porque eu não posso
mais sofrer. Chega de saudade a realidade
é que sem ela não há paz, não há beleza
é só tristeza e a melancolia
que não sai de mim, não sai de mim, não sai

mas se ela voltar, se ela voltar,
que coisa linda, que coisa louca
pois há menos peixinhos a nadar no mar
do que os beijinhos que eu darei
na sua boca, dentro dos meus braços
os abraços hão de ser, milhões de abraços
apertado assim, colado assim, calado assim
abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim

que é pra acabar com este negócio de você
viver sem mim. não quero mais este negócio
de você longe de mim.


[chega de saudade, de tom e vinícius]

sexta-feira, janeiro 06, 2006

alguém aqui em casa (meu irmão? minha irmã?) estava ouvindo uma música que nunca mais na vida vai desgrudar da minha orelha (é de um desses grupos amorfos). mas o refrão diz mais ou menos me abraça / me beijaaaa. e era tudo o que eu queria hoje.
+
e hoje é dia de reis.
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e continua a chover, impressionante. fico aqui falando com meus botões se isso tudo não é resposta da natureza a tanta agressão.
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fico numa eterna indecisão se ligo ou não ligo. escrevo ou não escrevo. que gosto de falar sempre, saber como foi o dia, etc, etc, etc. mas faço absoluta questão de respeitar o espaço e privacidade alheios. e não ser chata, grudenta. medo de não saber a dose. e de me tornar enjoativa.
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meu pai anda impossível. ontem implicou com meu irmão. hoje, comigo. conforme fui ficando mais velha passei a entendê-lo um pouco. mas ele é tão difícil! não mede o que está falando. e sou bocuda. aí fico triste porque não consigo me controlar, porque fiquei chateada com o que ouvi.
meu irmão está fazendo a faxina de fim de ano hoje. antes tarde do que mais tarde. que o quarto dele, jisuis, é um mar de papéis espalhados por todos os cantos e roupas amontoadas em lugares improváveis.

e a empregada está de férias. e o humor da minha mãe está péssimo.

(está parecendo blog de bobolescente de treze anos, argh).
depois do que o e. me falou na terça eu disse que ia chover três dias e três noites. êta, boca!

quinta-feira, janeiro 05, 2006

que o mundo é um kinder* eu sei. e pra comprovar a tese, encontrei uma amiga de faculdade num ccbb lo-ta-do hoje, final da tarde.

estava sem óculos e eles têm me feito falta. final da tarde é fatídico: vejo ao longe meio embaçado (e perto também, tsc). ouquei, estavam na bolsa mas a preguiça impera. aí olhei e será que aquela loirinha é ela? hummm... o jeito de andar é esse; a bunda é parecida; e ela tem esse cinto: é ela. e fui lá, né. era.

mas nem fui ao centro por causa da exposição. queria um livro pra faculdade. é sempre terrível ir na travessa porque fico precisada de todos aqueles livros. e ainda tem a papel craft ali do lado, me tentando. saí ilesa, apenas com o livro que precisava.

e depois de resolver tudo e comprar as encomendas de vovó (sim, vovó faz encomendas, me traz isso, isso e aquilo da cidade), já entrando no ônibus, mamãe ligou e disse que estava indo ver a exposição. dei meia volta e aproveitei pra passar na granado e ver a reforma. e as novidades. adoro cheiros: mais uma sacolinha na mão.

e a exposição: por ti américa é linda e enorme. vá com tempo. e faça a visita guiada. gire nos calcanhares e retorne ao início da exposição, saboreando cada peça. cada uma mais linda que a outra. há uma parte na qual são exibidos os tecidos confeccionados pelos povos pré-colombianos. fiquei de cara. são tecidos coloridos, com bordados lindos e finos, acabamento impecável, uma padronagem divina. mais bonitos que os tecidos de hoje, acreditem. e há tecidos confeccionados há mais de dois mil (!) anos. e umas rendas com desenhos de peixes, um desbunde. só indo lá ver pra entender o que estou falando.

e dentre os muitos vasos, vi um com a representação de quetzalcoatl. e só quem teve aula de américa com dom rodrigo que vai entender a emoção que é ver a representação dessa deidade.

e pra tudo o que via, pensava, ah, se o e. estivesse aqui ele ia gostar disso e ia detestar aquilo. ia rir quando lesse isso. e talvez achasse a exposição longa demais. e pensei algumas outras coisas impublicáveis.

vi uns badulaques na travessa de (vocês estão de prova, a travessa me perseguiu hoje!) e tive que me conter que não havia mais dinheiros disponíveis nem na carteira nem no banco. ainda bem :) (só deu pra comprar um lápis e um marcador de livro da exposição :p )

por ti américa** fica até dia 29 aqui no rio e depois passa por brasília e são paulo. não perca essa oportunidade.

e ainda há performances pela rotunda. os meninos e moças dançam, tocam e cantam. muito bacana.



kinder, de kinder ovo.
** não tinha que rolar uma vírgula, não? pra ficar por ti (vírgula) américa?

quarta-feira, janeiro 04, 2006

tô com preguiça. chove. assisti aula. coloquei roupa pra lavar. sinto saudade. músicas deliciosas no rádio. texto pra ler. trabalho a partir de amanhã. ontem almocei no habib's e hoje, no mc donald's. e ainda bem que minha mãe chegou ainda há pouco ou nem sei. mais preguiça e muito mais saudade.

terça-feira, janeiro 03, 2006

todo ano é a mesma coisa: no início de dezembro a agenda pro ano seguinte já está pronta, muitos compromissos anotados, agenda de telefones passada a limpo, lista com resoluções verdadeiras que nunca cumpro e blábláblá.

o mais surpreendente é que esse ano não teve na-da disso. comprei a agenda e ela continua intocada. não fiz nenhuma resolução, nenhum plano de ano novo. no lugar do tradicional branco total, calcinha e sutiã rosa. havaianas lilases. a saia e a blusa vocês já viram, têm detalhes de outra cor. e passei na praia. a última vez foi 99/00 em capacabana. tá, esse ano foi sqr, mas foi praia, saca? coloquei flores no mar na hora do almoço que não queria muvuca de meia noite e nem queria que elas murchassem. e agradeci o ano bom que tive.



cheguei. mas ainda deveria estar lá vendo o mar e meditando.

ano novo? nhé.